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  1. Cuidados com a pele com a chegada do Outono

    O verão está chegando ao fim, e com ele o clima mais úmido e quente também vai embora. Com o começo do outono e a queda de temperatura é normal a preocupação com o aspecto da pele, já que ela tende a se comportar de maneiras diferentes. 

     

     

    A esteticista, que atua na área há mais de 35 anos, sempre orienta seus clientes a trocarem a forma cosmética dos produtos que estão utilizando, por conta das alterações biológicas da pele causadas pela mudança de clima. “Como a pele encontra-se mais seca, produtos à base de emulsão cremosa, creme e em alguns casos, gel creme, será muito bem-vindo”, explica. A profissional reforça que a base cosmética somada aos princípios ativos é o que beneficiarão a pele das alterações, lembrando sempre de aplicar filtro solar para mantê-la protegida.

     

    Para amenizar os efeitos da queda de temperatura, é recomendado que se evite banhos quentes e prolongados, já que a água quente remove a proteção natural da pele. Maria de Fátima reitera ainda o cuidado com o excesso de sabão no corpo ou na face, o que pode desencadear maior ressecamento da região. 

     

    O outono faz com que as glândulas sebáceas e sudoríparas trabalhem de forma diminuta, deixando de produzir adequadamente o manto hidrolipídico (produção natural responsável pela hidratação), o que ocasiona maior ressecamento da face e do corpo, pois nessa estação a pele acaba perdendo umidade para o meio ambiente. “A sugestão é hidratar, alimentar-se bem, tomar líquido e exercitar-se, além de proteger-se dos raios solares, que mesmo nesta época sendo mais fracos também pigmentam a pele”, conta a esteticista.

     

    Fátima dá dicas ainda para manter o bronzeado da estação passada, que se foi bem cuidado e hidratado não chegou a descamar e ficará ainda mais fácil de se conservar. “Manter o nível de hidratação endógena, ou seja, tomar líquidos ajuda na hidratação orgânica e isso pode refletir na pele”, afirma. Outra dica é aplicar autobronzeador, desde que sua pele reaja bem a isso. 

     

    Para a entrada dessa estação, chamada também de estação de transição, a aplicação de creme hidratante é a dica mais importante, já que quanto maior o nível de hidratação cutâneo, melhor a qualidade da pele.

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  2. Adoçante: Mocinho ou Vilão?

    Quem não fica em dúvida na hora de adoçar o cafézinho com adoçante, depois de ver tantos disparos contra essa substância na mídia? Em uma semana, é o grande companheiro das dietas, na outra, é apontado como colaborador para o aumento do peso, diabetes e até relacionado a doenças como o câncer.

     

    Afinal, o que é o adoçante? Quais os ricos que ele oferece? Descubra esta e outras respostas e saiba como o adoçante deve ser utilizado.

     

    O Adoçante 

    É uma substância capaz de adoçar os alimentos sendo utilizado em quantidades bem menores do que o acúcar comum. Inicialmente foi desenvolvido para atender o público diabético, que deve restringir o consumo de açúcar devido ao quadro de hiperglicemia (alta taxa de glicose no sangue). No entanto, com o passar do tempo o adoçante dietético passou a ser utilizado também no controle de peso, como uma estratégia de facilitar a redução calórica, sendo atualmente consumido inclusive por pessoas que desejam apenas manter o peso. 

     

    Tipos de Adoçante

    Também conhecido como edulcorante, o adoçante pode ser artificial, não contendo calorias, ou natural, contendo uma menor quantidade de calorias comparadas ao açúcar refinado. Agora, conheça-os melhor:

     

    Os adoçantes artificiais são produzidos a partir de reações químicas desenvolvidas em laboratório, dentre eles, temos:

     

    Aspartame – é o adoçante sintético mais conhecido de todos. É composto por 2 aminoácidos naturais: a fenilalanina e o ácido aspártico. Adoça em torno de 200 vezes mais do que o açúcar comum, mas não pode ser usados em altas temperaturas, pois alguns estudos indicam que ele pode liberar uma substância tóxica para o nosso organismo. A sua maior vantagem é não deixar gosto amargo. Pode ser usado por diabéticos, mas é contraindicado o uso por gestantes e lactentes; além de pessoas portadoras de uma doença congênita rara chamada fenilcetonúria, diagnosticada através do teste do pezinho.

     

    Ciclamato – é sintético, muito utilizado em conjunto com a sacarina. Adoça apenas 40 vezes mais do que o açúcar comum, porém não é calórico e possui sabor agradável e semelhante ao açúcar refinado. Não perde a doçura quando submetido a altas ou baixas temperaturas, mas não deve ser utilizado por gestantes, lactentes e hipertensos. Destaca-se, por[em, que este adoçante já foi proibido em vários países, devido à efeitos cancerígenos ocasionados pela mutação de células. Além disso, algumas pessoas são alérgicas ao seu uso.

     

    Acessulfame-K – adoça 180 vezes mais do que o açúcar comum, pode ir ao fogo, não é calórico nem metabolizado pelo organismo, sendo boa parte da substância eliminada pela urina. Por ser um sal de potássio, deve ser evitado por quem sofre de deficiência renal.

     

    Sucralose – com poder adoçante 600 vezes maior do que o açúcar comum, não é calórica, estável a temperaturas altas e baixas, possui sabor agradável, não causa cáries e também é eliminada através da urina dentro de 24 horas. A FDA (Food and Drug Administration) a partir de 110 estudos realizados, concluiu que o uso desse produto não gera riscos carcinogênicos, reprodutivos ou neurológicos em seres humanos e, portanto, não tem contra indicações para gestantes, lactentes, crianças e diabéticos.

     

    Sacarina – sintética, é o adoçante artificial mais antigo do mundo (desde 1879). Com potencial adoçante 300 vezes maior do que o açúcar comum, não é metabolizada pelo organismo, possui sabor residual amargo e metálico e, por isso, geralmente é associado a outro edulcorante, como o ciclamato. Pode ser utilizado em preparações quentes e não deve ser usado por gestantes, lactentes e hipertensos. 

     

    Os adoçantes naturais são edulcorantes obtidos a partir de plantas e não passam por nenhum tipo de reação química, dentre eles, temos:

     

    Esteviosídeo – considerado o melhor adoçante, advindo da planta Stevia rebaudiana, é um adoçante natural com poder 300 vezes maior que o do açúcar comum. Tem boa estabilidade em altas e baixas temperaturas, não produz cáries e nem é metabolizado pelo organismo. Seu uso não é maior devido ao sabor residual amargo. Seu consumo é liberado para todos. 

     

    Frutose – é extraído de frutas, cereais e mel, tem capacidade de adoçar 173 vezes mais do que o açúcar comum, mas deve ser usado com moderação, já que provoca cáries e tem consumo limitado para diabéticos.

     

    Sorbitol – Adoçante natural originário de algas marinhas e de frutas. Adoça até 50 vezes mais que o açúcar. Resiste a altas temperaturas e à evaporação. Diabéticos e obesos devem ter o seu consumo restrito.

     

    Manitol – com a capacidade de adoçar 70 vezes mais que o açúcar, esse adoçante natural é processado a partir de algas marinhas e vegetais. Diabéticos não devem consumi-lo em excesso e, caso seja ingerido em grandes quantidades, pode ocasionar diarréias.

     

    Agave – é proveniente de uma planta suculenta de origem mexicana. Natual e orgânico apresenta maior poder adoçante do que o açúcar comum, porém possui baixo índice glicêmico. Não é indicada para diabéticos.

     

     

    Afinal, o adoçante é “mocinho” ou “vilão”?

    O consenso entre os especialistas diz que o adoçante traz benefícios para a saúde, desde que utilizado com moderação. “O exagero nunca faz bem. Por exemplo, uma pessoa que toma quatro latas de refrigerante diet por dia vai consumir 120 latinhas no fim do mês. A falta de equilíbrio não é um problema apenas com o adoçante, mas com a alimentação em geral”, explica Celso Cukier, nutrólogo e coordenador da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).

     

    O adoçante ou edulcorante mais indicado no momento para as gestantes, diabéticos e para a população de um modo geral são aqueles feitos à base de sucralose, por isso fique SEMPRE atento aos rótulos.

     

     

    Doses recomendadas

    O órgão que regulamenta a alimentação e os medicamentos nos Estados Unidos, o Food and Drug Administration (FDA) recomenda que o consumo diário de adoçantes dietéticos seja de quatro a seis pacotinhos de um grama quando em pó, e de 9 a 10 gotas para os líquidos.

     

    Além de considerar o adoçante utilizado no suco ou cafézinho, vale lembrar que ainda se consome a substância em alimentos diet industrializados. Portanto, é preciso ficar atento ao exagero.

     

    Segundo o Dr. Cukier, para quem não tem problema de peso não há vantagens em utilizar o adoçante. “Uma colher de chá de açúcar tem cerca de oito gramas, o que corresponde a 32 calorias. O que isso vai impactar realmente no seu dia entre você ganhar ou perder peso? Nada”, avalia. A preocupação deve estar em diminuir a carga calórica em excesso, como doces, balas e refrigerante.

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  3. Habito da leitura

    Habito da leitura

     

    Ler é uma atividade muito prazerosa! Não ha nada melhor que a leitura de um bom livro, ou

    mesmo uma matéria interessante no jornal ou revista, mas para isso é preciso praticar uma

    leitura concentrada, para que assim, o entendimento e compreensão do texto não sejam

    influenciadas por nenhuma atividade externa.

    Vamos sugerir agora, algumas dicas importantes para se atentar antes de iniciar uma leitura,

    acompanhem:

    Você está sentado confortavelmente?

    O ambiente afeta o nível de sucesso que conseguimos alcançar, enquanto a sensação física de

    conforto influencia nossa capacidade de reter informações. Se você estiver indisposto ou de

    baixo-astral, esses sentimentos ruins prejudicarão sua produtividade.

    A localização da mesa de leitura e a intensidade da luz

    É sempre melhor ler ou estudar usando a luz diurna, natural. O ideal é que a mesa esteja perto

    de uma janela. A luz artificial, se necessária, deve se projetar por cima do ombro em oposição às

    suas mãos.

    Disponibilidade de Materiais

    Para permitir que o cérebro se mantenha concentrado e trabalhe confortavelmente, é

    importante ter à mão todo o material e os guias de referências necessários.

    Conforto físico

    O excesso de conforto físico é contraproducente porque você ficará tentado a dormir em vez de

    se concentrar. Deve ser cômoda e assegurar a boa postura.

    A altura da cadeira e da mesa

    A cadeira tem que ser alta o suficiente para que suas coxas fiquem paralelas ao chão.

    A distância entre os olhos e o texto

    A distância natural entre os olhos e o texto é de cerca de 50cm. Desse modo, é mais fácil

    focalizar grupos de palavras, o que diminui a possibilidade de você forçar a vista ou ter dor de

    cabeça.

    A postura

    O ideal é manter os pés apoiados no chão. As costas devem estar retas, mas com uma ligeira

    curvatura para garantir apoio. Se você se sentar totalmente ereto ou de qualquer maneira, se

    cansará e forçará as costas.

    Sentar-se com a postura correta proporciona diversos benefícios ao corpo:

    O cérebro recebe o máximo de ar e sangue porque a traqueia, as veias e as artérias estão

    funcionando sem obstrução.

    O fluxo de energia para a espinha é otimizado; o poder do cérebro, maximizado.

    Escolha o melhor horário

    Todos nós temos altos e baixos de concentração e cada um de nós acaba descobrindo os horários

    do dia em que lê melhor ou em que se mantém mais atento e disposto. Há as “cotovias”, que se

    sentem mais entre 5 e 9h da manhã; as “corujas”, que são mais produtivas à tardinha e à noite; e

    há também quem prefira trabalhar no fim da manhã ou no início da tarde.

    Evite interrupções

    É tão importante evitar interrupções e as agitações externas quando você estiver lendo quanto às

    pausas durante a leitura. Interrupções externas, como telefonemas ou distrações pessoais (fazer

    intervalos desnecessários, ouvir rádio, etc.), são inimigas da concentração e do foco.

    A solução

    Faça do seu ambiente de leitura um lugar “sagrado”, totalmente destinado a essa tarefa. Isso

    significa ter uma caixa postal ou uma secretária eletrônica para atender o telefone, ouvir um tipo

    de música que o ajude a se concentrar e manter o lugar livre de distrações (desligue o

    computador se não for usá-lo, para não ficar tentado a navegar na internet).

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